Na moda

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Coques
Parece que os coques estão com tudo para a Primavera/ Verão 2010 2011. Segundo os cabeleireiros das revistas especializadas, coques baixos, altos e mais bagunçados são os preferidos para a estação. Vale aquele visual mais despojado ou apelar para o uso do gel para deixar os fios no lugar e criar um penteado durável.

Volta dos anos 40
Cabelos soltos, com comprimento médio ou longo, inspirados nas divas dos anos 40. Essa tendência já apareceu nas passarelas de Outono/Inverno 2010 e permanece neste verão. Ondas de texturas macias e fios brilhantes compõem o look de uma mulher sedutora.

Tranças desestruturadas
Nada de tranças perfeitas. Está na moda aquela trança com ar despojado, perfeita para visuais de verão.

Cor de Verão
O loiro desbotado das californianas sai de cena no Verão 2011. Tons mais naturais ganham espaço. Cabelos castanhos com mechas claras, como se a mulher tivesse tomado sol, estão em alta.

E você, o que tem visto por aí e que está na moda?

Em paz com o cabelo

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Quem tem liso quer cacho, quem tem cacho quer liso. Quem tem longo quer cortar; quando está curto, quer que cresça logo. A ruiva quer ser loira, a loira ainda mais loira, a morena quer ser ruiva, a negra quer fios dourados. A gente faz tanta coisa por estes fios: hidratação, progressiva, tintura, escova, baby liss, cauterização. Os nomes são infinitos tal qual a vontade de ter uma nova forma, uma outra cara.

Mudar é um desejo de não estar parado, de buscar sempre o que está ali na frente. Esse desejo antigo que rima com ser humano, também pede para calar. Chega a hora de olhar no espelho e reconhecer a beleza de ser mulher. Que vai muito além do que pode ser feito. Afinal, o cabelo é a moldura de uma existência, uma história só nossa. Não importa o que fizermos para mudar os cabelos. Isso ajuda, mas o fundamental está na obra. Que a moldura combine com a pintura incrível de uma jornada fantástica que podemos fazer neste planeta.

Hoje acordei, olhei no espelho e me senti em paz com meus cabelos. Agradeci a tecnologia e a mim mesma pela capacidade de reconhecer a obra. E você, também já fez as pazes com a sua aparência?

Mitos e verdades sobre a Caspa

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Hoje vou falar de um problema que atinge muitas mulheres, mas principalmente os homens: a caspa. Uma incomôda escamação do couro cabeludo acompanhada, em geral, por coceira que resulta em cabelos com aparência de ressecamento e descuido. A caspa é fator de desconforto para muita gente; pessoas que querem se livrar dela e, acima de tudo, desejam ter cabelos mais saudáveis, fortes e bonitos. Quem nos dá explicações sobre o tema é Federico Kladt, gerente de Desenvolvimento de Produtos para Cabelos da Natura. Basta ouvir o áudio abaixo.

Tem mais dúvidas sobre o tema? Deixe seu comentário que preparamos outro post.

Redemoinho

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Na semana passada, fui ao cabeleireiro reclamar da minha franja que não fica certa. Ela me disse que a razão é por ter um redemoinho bem no pé do cabelo (no chamado bico de viúva). Na hora perguntei a ela: o que é redemoinho?

Fui pesquisar e descobri que o nome oficial deste incômodo jeito de nascimento dos fios é Tricoglífos. Segundo a definição da Sociedade Brasileira de Dermatologia, trata-se de um grupo de cabelos que se implantam no couro cabeludo, formando uma imagem em espiral. É apenas uma alteração na disposição dos cabelos, sem alteração anatômica do folículo piloso ou do fio.

Algumas deformações congênitas como síndrome de Down, síndrome de Prader-willi e outras apresentam redemoinhos em quantidade e características tão particulares que servem como um sinal diagnóstico das doenças.

Como tudo na vida, há as superstições. Segundo os chineses, o redemoinho é a origem da vida e representa a entrada da força do Céu no corpo. Segundo esta filosofia, o nosso corpo se desenvolve a partir deste ponto. Todas as pessoas têm essa espiral, sendo que algumas, como eu, apresentam duas ou até mais espirais.

Os chineses acreditam que a parte frontal da cabeça é mais Yin, dos aspectos femininos, enquanto que a parte posterior é mais Yang, dos aspectos masculinos. Eles acreditam que, se o redemoinho começa em direção à fronte, a pessoa é mais Yin. Já se os Tricoglífos são em direção à nuca, a pessoa é mais Yang.

Se a espiral capilar está bem no centro da cabeça, é sinal de que Yin e Yang estavam harmonizados no momento do nascimento. Se o redemoinho está à direita da cabeça indica disposição ativa e tendência para a vida prática. Do contrário, se está à esquerda da cabeça indica uma visão objetiva, analítica e um pensamento sistematizado.

Sabe-se que 96% da população tem apenas um redemoinho, que rota no sentido horário ou anti-horário. Os redemoinhos são determinados geneticamente e não se alteram com o ambiente, estando diretamente relacionados à preferência do uso das mãos. Isso explica a visão chinesa dos hemisférios cerebrais.

E os Tricoglífos, onde entram na história? Tanto nossos cabelos como os hemisférios cerebrais e o uso predominante de uma das mãos são originados do mesmo tecido embrionário. O fato é que, não importa para que lado girem, eles atrapalham. Ainda mais para mim, que tenho pelo menos quatro exemplares deles pela cabeça. Um deles impede que eu tenha o look com franja, os outros fazem com que cabelos curtos fiquem em pé.

E você, tem redemoinho? Como lida com eles?

Penteado para casamento diurno em fazenda

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Acho a coisa mais difícil escolher um penteado para casamento. Depois de tanto trabalho, fica todo mundo com o mesmo jeito de quem saiu do salão, com topetes, brilhos etc.

Na época em que tinha cabelão, optei por uma trança de raiz para ir a um casamento. Gosto muito também das tranças marcadas na raiz do cabelo.

Em julho, fui a um casamento ainda mais difícil, por ser numa fazenda, às 11 horas da manhã. Por ser um local afastado, o desafio foi arrumar um profissional para me atender às 7h30 da manhã. No dia anterior, já tinha feito pé e mão, e sobrancelha. Só ficou faltando o penteado e a maquiagem.

Optei por um vestido longuete verde, um penteado meio preso, mas sem cara de quem saiu do salão. A maquiagem também foi leve, combinando com o clima.

Na cerimônia, adorei a opção da madrinha com seu lindo chapéu, super em alta, elegante e que dispensa um penteado. Mas, como sempre, teve quem optopu por saltos altíssimos, vestidos brilhantes, que seriam perfeitos para uma festa noturna, porém desconfortáveis para um casamento matutino na fazenda.

E você, já foi em um casamento em horários e locais inusitados? Por qual look optou?

Tempo seco e os cabelos

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Nas últimas semanas vivemos um período bastante crítico do inverno. Com as baixas temperaturas, o ar não circula, causando a chamada a inversão térmica. A poluição não se dissipa, deixando o ar pesado. Sem a circulação dos ventos, a umidade do ar ficou baixíssima.

Além da pele e das vias respiratórias, os cabelos também sofrem muito com a secura do ar.

Vale lembrar que o índice normal de umidade é de 60% a 65%. Mas chegamos a 30% na cidade de São Paulo. Em outras cidades, como o Distrito Federal, os números foram ainda mais baixos.

O ambiente seco acaba eliminando a umidade natural dos fios. O resultado são cabelos ressecados e sensibilizados. Aos poucos. os fios perdem vitalidade e ganham uma aparência de ressecado e sem vida. Com a fibra sensibilizada, os raios solares atingem a estrutura dos fios causando abalos.

Para impedir que isso aconteça, é importante investir em constantes hidratações. A linha Natura Plant Choque Regenerativo é perfeita para isso. O creme prolongador, usado nos dias em que o serum não é usado, pode ser aplicado mais vezes, sempre que você sentir que o cabelo começou a ficar arrepiado e sem vida.

Vale lembrar que ar condicionado faz com que a umidade do ar fique ainda mais baixa. Por isso, se não dá para evitar, vale ter na mão um leave-in hidratante.

A primavera está chegando e, com ela, o período de chuva e umidade. Os cabelos agradecem. Enquanto ela não vem, vamos lançar mão do auxílio que a tecnologia pode nos oferecer.

Blog Cabeleira

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Não sei se vocês sabem, mas a Natura está no twitter. Para nos seguir basta adicionar @natura. Por lá, rolam muitas perguntas e dicas sobre cabelos. A Carol do blog “Piscou e Aconteceu“ fez uma resenha bacana sobre o Natura Plant Liso e Solto. Usou fotos de como usar os produtos. Bem bacana mesmo. Ela é libriana e tem 22 anos. Está cursando faculdade de Gestão de Recursos Humanos.

O blog dela tem 531 seguidores e o primeiro post é de abril de 2010. Ela fala sobre coisas pessoais, mas também tem muitas resenhas sobre produtos cosméticos. Vale a pena conferir.

E você, conhece um blog legal que fale de cabelos?

Mudança Radical

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Já fiz mudanças radicais na cabeleireira. Mas, após cortar as madeixas em 2006 e detestar o visual, fiquei com muito receio de fazer qualquer coisa. Passei a ser mais cuidadosa também com os procedimentos químicos e depois que achei a progressiva que deixou meu cabelo sem volume, mas anelado, fiquei fiel. O máximo que faço é cortar uma franja, deixar a franja crescer, escurecer, clarear. Corte radical, não tenho coragem.

Uma amiga escritora e atriz, Renata Penna, 32 anos, vive mudando o cabelo. Resolvi entrevistá-la porque ela tem uma visão bem bacana do que o cabelo representa na expressão de sua personalidade. Há um mês, ela radicalizou: cortou o cabelo cacheado, que estava no meio das costas e assumiu um cabelo curtíssimo. Veja o que ela nos diz.

Kalu: O que cabelo significa para você?
Renata: Acho que os cabelos são uma extensão minha, uma forma de me mostrar ao mundo, de expressar e mostrar quem eu sou. Meus cabelos são a parte do meu corpo onde eu mais expresso minha vaidade, meu lado ‘mulherzinha’. Não uso maquiagem, não sou de ficar me enfeitando toda, não uso mil cremes no corpo, rosto, nada disso. Mas adoro cuidar dos cabelos por ser um cuidado gostoso de ter.

Kalu: Você gosta de fazer mudanças radicais? O que elas representam na sua vida?
Renata: A-do-ro. sou muito camaleoa, enjôo super rápido dos looks e estou sempre querendo mudar. Já fiz todo tipo de mudança: cortei o cabelo na cintura e passei máquina 1, já fiz permanente, tive cabelo curto, médio, longo. Acho que mudar o cabelo sempre dá um ‘up’ na autoestima, uma levantada no visual. Quando estou me sentindo meio pra baixo, penso logo em mudar o cabelo e funciona. De cabelo novo, fico me sentindo renovada, com mais energia, pronta pra tudo! Acho que essas mudanças representam um recomeço, uma transformação daquelas que a gente precisa de vez em quando na vida para seguir adiante vendo tudo novo de novo.

Kalu: Existe uma relação entre uma transformação interna e externa?
Renata: Total! acho que as duas coisas caminham juntas. Algumas vezes uma puxa a outra, às vezes a outra puxa uma (risos). Quando a gente muda internamente acaba sentindo esse desejo de uma mudança externa e mostra para o mundo a transformação do lado de dentro. Ou a gente muda por fora, se vê no espelho e sente um chamado para uma mudança interna também, para sintonizar com aquela nova imagem.

Kalu: O que é mais fácil ter, cabelos longos ou curtos?
Renata: Curtos, com certeza!! É muito mais prático, mais rápido. Eu lavo meus cabelos todos os dias, estando compridos ou curtos. Curto facilita muito: é rapidinho para lavar, para secar. Basta sair do banho, passar um leave-in e tá pronto.

Kalu: Qual a pior fase quando estão crescendo?
Renata: Eu curto as caras diferentes que o cabelo vai assumindo enquanto cresce. Meu cabelo cresce muito rápido e acho que, por isso, tenho tanta coragem para fazer mudanças radicais. Não sinto esse incômodo em nenhum momento: vou cortando, inventando jeitos de arrumar, inovando.

Kalu: Você é do tipo que assume a beleza natural dos seus cachos. Por que optou por este caminho?
Renata: Porque cabelo cacheado tem tudo a ver comigo. Acho que essa moda de alisamento, chapinha e sei lá mais o quê, fica todo mundo com a mesma cara, aquele cabelo alisadão, retão. Eu não gosto, acho que não tem a ver comigo. Cabelo cacheado dá uma cara mais bagunçada, mais autêntica, mais selvagem. Combina com a minha personalidade, que é mais livre, diferente.

E você, já fez uma mudança radical? Ela representou um desejo de mudança ou refletiu um novo momento da sua vida? Conte para nós